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	<title>Luiz Barbosa Neves &#187; Sociologia do Consumo</title>
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		<title>O Consumo da Mobilidade: um estudo sobre o dispositivo celular.</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 05:51:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Barbosa Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Sociologia do Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Consultor de Varejo Luiz Barbosa Neves]]></category>
		<category><![CDATA[MBA em Varejo]]></category>

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		<description><![CDATA[
Diego Jair Vicentin
Grupo de pesquisas CTeMe (Conhecimento, Tecnologia e Mercado)
Universidade Estadual de Campinas – Unicamp
Junho/
Porque afirmar que teríamos a liberdade de possuir ou não este tipo de aparelho, de utilizá-los ou não, é naturalmente pura ilusão. Günther Anders
Diego Jair Vicentin
Grupo de pesquisas CTeMe (Conhecimento, Tecnologia e Mercado)
Universidade Estadual de Campinas – Unicamp
 
Hoje, o telefone celular é um fenômeno [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://luizbarbosaneves.com.br/wp-content/uploads/2009/12/iMobileImage1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-181" title="iMobileImage" src="http://luizbarbosaneves.com.br/wp-content/uploads/2009/12/iMobileImage1.jpg" alt="iMobileImage" width="590" height="400" /></a></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 310px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Diego Jair Vicentin</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 310px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Grupo de pesquisas CTeMe (Conhecimento, Tecnologia e Mercado)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 310px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Universidade Estadual de Campinas – Unicamp</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 310px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Junho/</div>
<p style="text-align: left;"><span style="background-color: #ffffff;"><strong><em>Porque afirmar que teríamos a liberdade de possuir ou não este tipo de aparelho, de utilizá-los ou não, é naturalmente pura ilusão. Günther Anders</em></strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="background-color: #ffffff;">Diego Jair Vicentin<br />
Grupo de pesquisas CTeMe (Conhecimento, Tecnologia e Mercado)<br />
Universidade Estadual de Campinas – Unicamp</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="background-color: #ffffff;"> </span></p>
<p style="text-align: left;">Hoje, o telefone celular é um fenômeno de consumo de massa. Com mais de <span style="background-color: #ffffff;">quatro bilhões de aparelhos em funcionamento no mundo, esse objeto ganha importância dentro da esfera do consumo não só por sua taxa de penetração no mercado global, como também por servir de plataforma ao consumo de outras e novas mercadorias. Mas, o que propriamente é consumido na relação com o dispositivo celular? Apostamos que o usuário pretende consumir uma certa forma de mobilidade que se manifesta nesse objeto, não só por sua capacidade de articulação entre comunicação e movimento, mas sobretudo pela mobilidade que apresenta em sua forma. O celular é um objeto disforme, indefinido, móvel, que carrega um número cada vez maior de ferramentas e potencialidades e que, por isso, exerce poder de atração sobre a massa de consumidores que pretende manter-se, como o celular, em acelerado processo de evolução e adaptação. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="background-color: #ffffff;">Porque afirmar que teríamos a liberdade de possuir ou não este tipo de aparelho, de utilizá-los ou não, é naturalmente pura ilusão.<br />
Günther Anders</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="background-color: #ffffff;"><a href="http://starline.dnsalias.com:8080/sbs/arquivos/30_6_2009_21_37_35.pdf">leia mais&#8230;</a></span></p>
<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fluizbarbosaneves.com.br%2F2009%2F12%2F06%2Fo-consumo-da-mobilidade-um-estudo-sobre-o-dispositivo-celular%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fluizbarbosaneves.com.br%2F2009%2F12%2F06%2Fo-consumo-da-mobilidade-um-estudo-sobre-o-dispositivo-celular%2F" height="61" width="51" /></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Porque as pessoas fazem o que fazem?</title>
		<link>http://luizbarbosaneves.com.br/2009/08/12/porque-as-pessoas-fazem-o-que-fazem/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 18:13:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Barbosa Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Sociologia do Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<category><![CDATA[vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[ 

Porque consumimos? Por causa dos apelos da Publicidade e das estratégias de Marketing? As nossas decisões de compra são individualistas ou reflexo de vida em grupo?
A Sociologia abraça estes temas e reflete por vários pontos de vista estas questões. Da leitura de Clássicos como Max e Webber a teóricos pós-modernistas pode-se chegar a conclusões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; line-height: normal;"> </span></p>
<div style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; background-color: #ffffff; min-height: 1100px; counter-reset: __goog_page__ 0; line-height: normal; padding: 0px; margin: 6px;"><span style="color: #333333;"><span style="font-size: small;"><a href="http://luizbarbosaneves.com.br/wp-content/uploads/2009/08/mep-1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-86" title="mep (1)" src="http://luizbarbosaneves.com.br/wp-content/uploads/2009/08/mep-1.jpg" alt="mep (1)" width="590" height="400" /></a></p>
<div style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;">Porque consumimos? Por causa dos apelos da Publicidade e das estratégias de Marketing? As nossas decisões de compra são individualistas ou reflexo de vida em grupo?</div>
<div style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;">A Sociologia abraça estes temas e reflete por vários pontos de vista estas questões. Da leitura de Clássicos como Max e Webber a teóricos pós-modernistas pode-se chegar a conclusões que ora se complementam ora se contrapõe tão rico este assunto é. Comecemos então por um artigo que não se rende fácil aos argumentos pós-modernistas.</div>
<div style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;"><span style="font-size: x-large;"><a title="sociologia do consumo" href="http://www.meiaduzia.com.br/culturaemprocesso/2008/06/20/porque-as-pessoas-fazem-o-que-fazem/" target="_self">Porquê as pessoas fazem o que fazem?</a></span><a title="sociologia do consumo" href="http://www.meiaduzia.com.br/culturaemprocesso/2008/06/20/porque-as-pessoas-fazem-o-que-fazem/" target="_self"><br />
</a><span style="color: #999999;"><span style="font-size: medium;">Por Cuducos<br />
</span><span style="color: #333333;"><span style="font-size: small;">Quem me conhece, ou já passou pela </span><a style="color: #5e9a00; text-decoration: none;" title="Eduardo " href="http://www.meiaduzia.com.br/culturaemprocesso/cuducos/"><span style="font-size: small;">minha página aqui no blog</span></a><span style="font-size: small;"> (ou pelo </span><a style="color: #ff6600;" title="Currículo do Sistema de Currículos Lattes (Eduardo Vicente Gonçalves)" href="http://lattes.cnpq.br/9890018914698969"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: small;">meu currículo lattes</span></span></a><span style="font-size: small;">), sabe que meu foco de pesquisa no momento é sociologia do consumo.</span></span></span></div>
<p></span></span></div>
<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fluizbarbosaneves.com.br%2F2009%2F08%2F12%2Fporque-as-pessoas-fazem-o-que-fazem%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fluizbarbosaneves.com.br%2F2009%2F08%2F12%2Fporque-as-pessoas-fazem-o-que-fazem%2F" height="61" width="51" /></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O Sagrado e(ra) o Profano</title>
		<link>http://luizbarbosaneves.com.br/2009/07/23/o-sagrado-era-o-profano/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 20:12:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Barbosa Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências das Religiões]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Sociologia do Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[ciencias das religioes; futebol]]></category>
		<category><![CDATA[imaginética]]></category>
		<category><![CDATA[signos e simbolos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Na sociedade contemporânea, o modo de ser religioso saiu da esfera protegida da instituição religiosa e da tradição, e se deslocou para a mídia, nova instância organizadora das relações sociais e comunitárias.
É obvio que não estou mencionando especificamente canais ou programas religiosos. Na realidade vamos excluí-los deste artigo.
E também não pretendo chamar a atenção para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://luizbarbosaneves.com.br/wp-content/uploads/2009/07/futebol_e_religi_o1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-42" title="futebol_e_religi_o1" src="http://luizbarbosaneves.com.br/wp-content/uploads/2009/07/futebol_e_religi_o1.jpg" alt="futebol_e_religi_o1" width="300" height="368" /></a></p>
<p><a href="http://luizbarbosaneves.com.br/wp-content/uploads/2009/07/futebol_e_religi_o1.jpg"></a>Na sociedade contemporânea, o modo de ser religioso saiu da esfera protegida da instituição religiosa e da tradição, e se deslocou para a mídia, nova instância organizadora das relações sociais e comunitárias.</p>
<p>É obvio que não estou mencionando especificamente canais ou programas religiosos. Na realidade vamos excluí-los deste artigo.</p>
<p>E também não pretendo chamar a atenção para os enredos de novelas, letras de música seculares, piadas dos programas humorísticos e outras manifestações midiáticas que trazem este modo de ser religioso.</p>
<p>Quero tratar da repercussão mundial que a resignificação do sagrado e do profano gerou a partir do show de imagens que nossa seleção de futebol deu na celebração da vitória na África do Sul.</p>
<p>Recentemente vários torcedores foram entrevistados por um programa esportivo de um canal a cabo por causa da instrução da FIFA para as federações de futebol do mundo todo pedindo moderação nas manifestações em função da comemoração da vitória da seleção brasileira na África do Sul onde muito do apresentado pelas câmeras (excessivamente, penso eu) tinha o modo de ser religioso.</p>
<p>Uns contra, outros a favor, o que mais me chamou a atenção foi o que declarou: &#8220;tá errado, na hora de mostrar o patrocinador fica mostrando Jesus. Não pode. O patrocinador tem o direito de aparecer na televisão&#8221;.</p>
<p>Este mesmo típico torcedor provavelmente foi um daqueles que num passado recente, criticou a entrada de patrocinadores na camisa dos clubes de futebol. O manto do clube era sagrado e não podia ser profanado pela presença de um patrocinador. Uma relação de dinheiro, somente dinheiro, não podia ficar estampada no adereço santificado, ungido e demonstrativo do amor da legião de devotos que sempre em fé caminham aos domingos para receber dos céus a benção da vitória.</p>
<p>Lugar de patrocinador é nas placas que tem no campo.</p>
<p>Este era o discurso recente de muitos torcedores e jornalistas esportivos, ou melhor, jornalistas futebolísticos antes da sacralização do Marketing no meio.</p>
<p>A camisa do clube e sua representação era o sagrado.</p>
<p>O marketing, o profano.</p>
<p>Numa inversão típica da pós-modernidade agora, o sagrado é o patrocinador, o marketing. O profano é a manifestação religiosa. Só este aspecto dá um TCC completo.</p>
<p>Não dá para precisar porque a FIFA se manifestou a respeito. O modo de ser religioso no futebol é antigo, pelo menos no nosso continente. Quem não se lembra dos jogadores da seleção de 70 se benzendo a cada boa ou má jogada. Muitos comemoravam correndo e olhando para o céu com o dedo erguido. Os que se ajoelharam depois da final foram cobertos por torcedores numa das maiores invasões de campo da história do futebol.</p>
<p>A FIFA e os demais críticos desta atitude precisam abrir os olhos para o mundo contemporâneo. Um mundo onde símbolos e signos estão sendo resignificados.</p>
<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fluizbarbosaneves.com.br%2F2009%2F07%2F23%2Fo-sagrado-era-o-profano%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fluizbarbosaneves.com.br%2F2009%2F07%2F23%2Fo-sagrado-era-o-profano%2F" height="61" width="51" /></a></div>]]></content:encoded>
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